janeiro 12, 2010

olá, tem alguém aí??!!!

maio 08, 2009

CADÊ O ARQUIVO DO BLOG!!!!!!!!

março 12, 2006

São Paulo.

Saí.
Andei,
andei,
andei,
cheguei.
Parei,
olhei,
pensei,
entrei.
Tomei,
falei,
peguei,
trepei,
paguei.
Voltei,
andei,
andei,
andei,
cheguei.
Entrei,
deitei,
dormi.

março 02, 2006

momentos de desespero:
fumar maconha de pé na privada pra fumaça sair pela janelinha do banheiro enquanto a família dorme o sono dos justos.

fevereiro 24, 2006

Uma do B. disfarçado de estudante de jornalismo.

fevereiro 16, 2006

- Bruno! você roubou nossa maconha?!?!
- Não, eu não.
- Aonde que tá o segundo pedaço?
- Tá na minha bolsa.
- !

fevereiro 13, 2006


a casa caiu!
meu irmão falou que só vai se formar pra poder ir na formatura. faz sentido. eu não fui na minha. fui tentar arrumar emprego. agora tô aqui. sem emprego e sem formatura. sem nada.
Teoria do approach

Deve-se evitar sutilezas na primeira aproximação para iniciar a conversa do modo mais trivial possível. Fazer espírito nesta ocasião falta abertamente às regras da prudência e do bom gosto. Todo homem que entra em conversa com uma mulher bela, dizendo-lhe uma frase espirituosa ou fazendo um cumprimento, por mais lisonjeiro que este possa ser, deixa entrever pretensões que não devem aparecer senão quando principiam a ser fundadas. Além disso, se faz espírito, é evidente que pretende brilhar, e consequentemente que pensa menos na sua bela do que em si próprio. Ora, as mulheres querem que se ocupem delas; e embora não façam sempre exatamente as mesmas reflexões que acabo de escrever, possuem um bom senso delicado e natural o qual lhes diz que uma frase trivial, dita só pelo motivo de entabolar conversa e de nos aproximarmos dela, vale mil vezes mais do que um dito de espírito inspirado pela vaidade.

fevereiro 11, 2006

"vocês, os figuras, e nós os artistas..."

fevereiro 06, 2006

"não sei onde eu to indo, mas se eu que eu tô no meu caminho"
escrever aqui pela manhã é melhor do que a noite. ainda fica aquela velha questão, ir ou não ir nos Stones? dever, eu não devia ir. é bem no dia da colação. mas eu posso fazer essa merda depois. e dai vai gastar dinheiro e dar trabalho. minha mãe não ia ficar feliz se eu for. acho que o meu pai também não. mas eu ia. caralho. e se eu for, como eu vou? ai, ai, ai...

fevereiro 05, 2006

Como o Luis não posta, a gente escreve o que se passa com o garoto:

"meu, aqui [CWB] tá foda... um monte de balada, e eu mofando. mas já percebi q essa cidade, apesar de tá uma bosta, é mto massa. sei lá. emprego? se eu me dedicar, acho q arranjo"

Paulo, explica pra ele como se aborda as meninas no bar. Eu não sei também. O Bruno, por outro lado, tem uma tática agressiva e parece que tá rendendo.

fevereiro 04, 2006

Bru, como você quer que comece o brado em louvor a ti?

1) Canta, Deusa, a cólera de Bruno Saya

2) A ira, Deusa, celebra do Saiano Bruno

fevereiro 03, 2006

"well I´m wallking with sorrow, trough a lonely day, with this empty bottle, trying to easy my pain. I´m still here drinking, for the good old days, when I had my girl, and everything was ok."

Hank Williams III
foram só 10 minutos e já passaram mais de 2 horas e o cheiro dela continua tão forte...
a galera deve estar la no J agora, comemorando a colação de grau do Renan... e eu aqui. que merda, hoje quase que eu saio um pouco do aperto. mas não, no final não deu certo de novo. é sempre assim, quando aparece alguém legal, aparecem os problemas mais improváveis junto. o pior deles eu acho que nem devo falar, mas se pelo menos fosse só isso. como eu posso ter feito uma coisa que nem aqui eu tenho peito pra façar? afinal de contas isso aqui devia servir pra isso mesmo. acabaram os tempos daquela alegria ingênua, quando tudo dava certo no final.. não sei o que fazer, agora tenho que esperar, esperar, esperar e depois?

fevereiro 02, 2006

saudades...
como é que faz pra colocar foto mesmo?
olha só hein, quem diria que o bom e velho Shake me Lucifer ainda está por aqui e na ativa! é, bom saber. talvez agora seja realmente um bom momento de recuperar velhos costumes. bom, até logo.

fevereiro 01, 2006

Eu te amo.

Deve ser terrível morrer.

Até logo.

Você bebe demais.

O que são amores de infância?

Não entendo você.

Eu passei por isso. Houve um tempo quando eu sofri muito com isso.

Quer uma laranja?

As belas errupções das ilhas vulcânicas.

No passado.

Não tenho nada mais para lhe dizer.

Uma vez mais, após todas as respostas intempestivas e o fim da mocidade, já é alta madrugada.