março 15, 2003

Short cuts
Devem ser mais de três da manhã. O sujeito tem cara de desconsolado, olha em volta procurando alguma coisa. Encosta no balcão e quer saber o preço da pinga. Já deve ter bebido mais de cem doses ali - tinha que ter decorado. Mas "sempre esqueço se é um ou um e cinqüenta", justificou pro amigo. Do lado pára uma desconhecida... Short Cuts

março 14, 2003

Acho que precisamos fazre uma manifesto defendendo o lesbianismo...
Hoje uma reportagem da Globo disse, em outras palavras, que o Giba do vôlei fumou maconha porque tinha se separado da mulher e havia brigado com a mãe. Ele estava sofrendo de solidão, dizia o texto em "off". Ah, bom. Foi um momento de fraqueza.
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Posts imensos são um problema sério nesse negócio de blog. Eles atrapalham (afogam) os posts anteriores e muitas vezes dá preguiça de ler. Bom, esses são os principais defeitos de que consegui me lembrar sobre os textos enormes nos blogs. Como sou eu que costumo ter esse hábito feio com mais freqüência, estou tentando resolver o problema. Não, não vou parar de publicar coisas longas. Mas estou testando uma solução técnica. Clique aqui e saiba como é esse negócio

março 13, 2003

Festinha no DCE, drogas, bebidas, mulheres, só vai faltar o amendoin com casca e a sinuquinha... Isso como se realmente tivesse mulher nessas festas...mulher até tem, mas as drogas e a bebida acabam difultando o relacionamento com as mulheres, a não ser que elas também estejam bêbadas e sob efeito de drogas, e as mulheres de hoje em dia quase nunca ficam bêbadas e drogadas...quem sabe hoje...
Pelo menos as drogas e a bebida eu espero que tenha...
Tem também o problema dos malditos smurfs, mas isso fica pra outro dia...
Preciso escrever alguma coisa aqui...

março 12, 2003

Dia de cão. Ocão do dia Decão. Cão dias. O cÃo e o Dia
A impressão que eu tenho é que os posts mais interessantes são os que mostram quem escreve se fodendo. Então, hoje tenho um desses. Quem já brigou com o síndico do prédio da avó? Pois é, acontece.

Madruguei às 8 e meia da matina. Até aí nada de muito grave. Tudo correu na paz até perto da hora do almoço. Então a Mariana me liga e diz que vai deixar meu telefone com a secretária do Arnaldo Antunes, chamada Sônia. A Sônia iria me ligar de São Paulo no começo da tarde pra dar uma resposta sobre a entrevista que a gente queria com o sr. Antunes (ou "o ex-Titã", segundo a boa técnica). Comecei a almoçar lá pela 1 hora. Bife e bolinhos de arroz. Estava na metade do segundo bife quando: "é a Sônia no telefone". Ela disse que, se a gente quisesse a entrevista, "só se for agora". Tentei achar a Mariana e nada. Liguei pro pessoal da equipe e nada. Tive que sair correndo pra UEL. A entrevista tinha ficado marcada pras duas horas.

Guardo o carro na garagem do prédio da minha avó, que fica em frente ao meu (e não tem garagem pra mim). Às pessas, ia saindo com ele quando um carro pára do lado de fora, bem na frente do portão eletrônico. Eu já tinha aberto o portão (que corre na horizontal) e esqueci que ele fecha automaticamente. Meu carro estava bem no meio do caminho, e eu esperando uma família entrar no outro carro pra poder sair. De repente me lembrei, num susto, de apertar o controle pra travar o portão, evitando que ele fechasse em cima do meu carro. Só que, em vez de travar, ele fechou em cima do meu carro. Deu bem no meio, amassou tudo. Eu, que já tava nervoso com a pressa (era mais de uma e meia) fiquei muito mais nervoso com o pequeno "incidente". E o pior é que a primeira coisa em que pensei foi na entrevista. E pra piorar tudo o portão travou, não ia pra trás nem pra frente.

Como meu carro tinha virado sanduíche, ele também não saía do lugar. "Melou a entrevista", pensei (maldito profissionalismo!). E veio o síndico. Tentou resolver o problema mas o portão não saía do lugar. Foi ligar pro técnico. Nisso eu e a porteira conseguimos destravar o portão. Finalmente consegui tirar o carro. E voltou o síndico. "Se o técnico cobrar a visita vou mandar a fatura pra vocês", ele disse. Ah, mas nesse ponto minha cabeça já tava muito quente.

Comecei a discutir com o sujeito (que sempre foi gente boa, é verdade). "Amassou todo o meu carro e ainda vou ter que pagar o portão?!". E ele: "eu sou o síndico aqui, não sou empregado de ninguém!". Nisso o portão já tinha fechado de novo e a discussão, pra ficar um pouco mais surreal, seguiu com ele do lado de dentro das grades e eu do lado de fora. "Você nem é morador daqui e fica reclamando!". Pronto, já posso dizer que fui discriminado. Jogaram na cara a minha condição de não-morador.

Depois de cinco minutos de bate-boca, fui embora pra UEL. E é claro que a entrevista não saiu na hora. Rolou só duas horas depois.

Quem não acreditar na estória, que vá até o estacionamento e veja. Qualquer um pode dizer que aquele ferimento ali no carro é mordida de portão eletrônico.
Da série "Os grandes momentos da Internete"
A Internete (desde segunda-feira esta é a nova grafia) serviu pra dar voz a um monte de gente injustiçada. Este aqui diz que é o verdadeiro autor do Plano Real. Reparem na foto do sujeito. Ainda não consegui definir com o quê ele parece (cartas à redação). Não deixem de ler o currículo, especialmente a parte em que ele revela os cinco partidos políticos que fundou. A bancada dele no Congresso já deve ser maior do que a do Lula.
Carnaval, meu carnaval nunca tinha sido tão ruim. Mal deu pra perceber que era carnaval. Malditos clubes que não deixam agente entrar. Agente fica de fora, bebendo como porcos, e depois fica fazendo molecagem na leste-oeste, mexendo com as putas, é foda...

E vocês hein? Toda essa festa por causa daquele joguinho de sinuca, é porque voces nunca ganham, e ai quando acontece é aquela festa, na verdade não importa, porque todo mundo sabe que é sempre na sorte...

março 11, 2003

Não sei se é coisa do computador, não. O meu também tá assim, mas começou só na semana passada. Antes tava normal. Sobre a sinuca, foi bonito!, quem não viu perdeu o espetáculo. As três últimas bolas do último jogo foram um caso à parte, matadas em seqüência pra liqüidar a fatura. A gente tava matando ímpar. Primeiro a bola um. Ela fez duas tabelas antes de cair na caçapa do meio. Então foi a três ou a onze, não lembro direito. De muito longe. Foi de um canto ao outro da mesa e caiu de chuá no fundo. Mas o melhor foi a quinze, em seguida. Foi descolada do fundo pelo bolão, bateu num dos lados, e, quando ia rolando embora pro fundo contrário, o bolão voltou de surpresa e encostou nela, mandando pra dentro da caçapa do meio. O Bruno ficou inconsolável.