setembro 26, 2003
Frases ridículas do professor de semiótica capturadas ao acaso de acordo com a minha capacidade de escrever chapado na velocidade em que ele falava. Fac-símile do original.
esse foi um dos posts que eu mais tive dificuldade para escrever, é impossível descrever com palavras a beleza daquela menina. aquele jeitinho sapeca vai ficar marcado em mim para sempre. agora é tocar a vida e esperar que um dia eu possa encontrá-la novamente e sentir o gostinho do paraíso por mais alguns minutos.
ela entrou pela porta da frente do ônibus. usava uma blusinha cor-de-rosa que destacava cada contorno de seu corpo. seus seios eram perfeitos. os olhos esverdeados davam um colorido alegre ao seu rosto. um sorriso discreto marcava a delicadeza de seus lábios. depois de passar pelo cobrador, ela sentou dois bancos a nossa frente. nós tinhamos o ângulo perfeito. uma parte da barriguinha dela ficava a mostra, e reveleva um detalhe que que tornava aquela imagem ainda mais excitante. ela tinha uma pequena estrelinha azul tatuada na lateral de sua cintura. a tatuagem dava um tom infantil aquela figura que era também muito sensual.
continua...
continua...
a alguns minutos tive uma das experiências mais importantes da minha vida. tudo começou as 8:30 da manhã quando o Renatão passou lá em casa pra gente ir até a UEL fazer um programa de rádio. depois de uma pequena concentração ainda em casa, nós seguimos o nosso destino. no terminal, decidimos pegar o água-verde, que apesar de demorar mais, estava bem vasio. foi neste momento que eu e o Renatão nos tornamos pessoas iluminadas.
continua...
continua...
Cerveja é uma coisa segura. E como é. Dez garrafas e nem uma palavra inconveniente, nem um ato vexatório, nem uma atitude condenável. Fossem dez doses de pinga... fossem três doses de pinga e eu não estaria aqui digitando, um pouco antes de ir dormir. Viva a pinga! (não vou ser ingrato), mas às vezes compromete.
setembro 25, 2003

insônia, a [substantivo feminino]:1. diz-se da incapacidade de apertar o botão do computador em que está escrito "power" [lê-se 'pôver']; 2. movimento contínuo de rolar sobre a cama de um lado para o outro durante uma hora ou mais; ao contrário do sexo [ver fornicação], o corpo não rola sobre outro corpo, e sim sobre si mesmo (não confundir com masturbação [ver onanismo]); 3. pensamento obsessivo; ruminar, da meia-noite às 5 e meia da manhã, sobre os compromissos e as tarefas do dia seguinte [ver deixar para a última hora]; 4. falta de vergonha na cara (como em Machado de Assis: "isso, rapazola, é falta de uma boa enxada; dá-lhe dois acres de terra para carpir e fio-lhe que dormirá como um recém-nascido"). Cerveja às vezes me dá sono. Aulas do curso de jornalismo têm me dado cada vez mais sono. Foda é que é só pegar a Castelo Branco (sentido Centro) que passa , "uma passadinha no Jota".
setembro 24, 2003
setembro 22, 2003
outro dia aconteceu mais uma dessas coisas que só acontecem comigo. os leitoreis mais antigos do blog sabem que a algum tempo eu tive a infelicidade de participar de uma briga no valentino causada pelo exesso de álcool em meu corpo. pois bem, outro dia estava eu andando tranquilamente pelo centro da cidade, quando reparei em um sujeito engraçado de óculos e cabelos compridos. quando eu já me afastava, olhei para trás e o sujeito fez um sinal pedindo para conversar comigo. quando me aproximei do rapaz, percebi que ele usava uma camiseta da banda "Florzéa", a mesma banda do cara que eu tinha enfrentado no Valentino. ele se aproximou calmamente e perguntou se eu já tinha alguma vez me envolvido em algum tipo de conflito no Valentino. quando eu ia começar a explicar que normalemte eu não me lembro o que acontece comigo nas baladas, ele perguntou se eu não era mesmo o tal de "Bruno". quando eu ja achava que ele queria somente a sua vingança, o gentil rapaz me pediu "sinceras desculpas" pelo que havia ocorrido. ele me explicou que estava muito bêbado naquele dia e que normalmente não faz esse tipo de coisa. minha única reação foi um grande sorriso, um cumprimento e a promessa de que ainda nos encontraríamos novamente no Valentino. PS: Ele não poderia estender a conversa pois sua mãe estava presente e com pressa.
esse é mais um post escrito do interior de São Paulo. Presidente Prudente para ser mais preciso. Aqui mora a minha mãe, o meu irmão e o meu padrasto (essa palavra é horrível). Família é uma coisa maravilhosa, você fica comendo, assistindo televisão e jogando computador, sem se preocupar com nada. O interessante é que mesmo sendo uma coisa perfeita, é impossível ficar mais do que um fim de semana...
setembro 21, 2003
Cu-riosidade
(ou falta do que falar)
E o álbum "Todos os Olhos", do Tom Zé, completou 30 anos (a ficha do disco aqui). Das músicas do disco eu só conheço "Augusta, Angélica e Consolação". Gosto dessa música, um samba "tropicalista". Mas o que interessa aqui é a capa. O Tom Zé enganou a censura. Era 1973, período mais pesado da ditadura. E a capa não estampava um olho propriamente; na verdade era a foto de um ânus (que também atende pela alcunha de cu) com uma bolinha de gude. Trocadilho meio tosco - se não fosse a sacada da capa. A verdade só foi admitida na década de 80, mas até hoje o Tom Zé não contou quem foi o/a modelo. E os militares, na época, nem pá.
(ou falta do que falar)
E o álbum "Todos os Olhos", do Tom Zé, completou 30 anos (a ficha do disco aqui). Das músicas do disco eu só conheço "Augusta, Angélica e Consolação". Gosto dessa música, um samba "tropicalista". Mas o que interessa aqui é a capa. O Tom Zé enganou a censura. Era 1973, período mais pesado da ditadura. E a capa não estampava um olho propriamente; na verdade era a foto de um ânus (que também atende pela alcunha de cu) com uma bolinha de gude. Trocadilho meio tosco - se não fosse a sacada da capa. A verdade só foi admitida na década de 80, mas até hoje o Tom Zé não contou quem foi o/a modelo. E os militares, na época, nem pá.
