Da noite de ontem, algumas considerações. Tava destreinado pra esse negócio de bebida; a tal da Sapupara me derrubou legal. Deve fazer muito tempo desde a última vez queu tinha me debruçado numa mesa durante a noitada e dormido alguns minutos. Dormi mesmo. Passei mal pra cacete, tive que ir pro banheiro vomitar. Voltei a tempo de assistir o stereo total. Segundo o Renato (declaração in loco e tempo real) eles não tocaram nem uma hora. Mas foi divertido. Dá pra assistir um show naquele estado e ainda guardar boas impressões no dia seguinte. A cena que ficou "gravada na retina" foi da francesa com cara e óculos de nerd castigando uma quase bateria no palco. Ela batia na caixa o no prato e cantava ao mesmo tempo "ringo, I love you yeah!, yeah!, yeah!". Os prognósticos se confirmaram pela metade. Mas a dupla (ou o franco duo-alemão, disse o Fernando) manda legal. Finalmente duas pessoas genuinamente estranhas. Será que por serem europeus.
maio 02, 2003
maio 01, 2003
abril 30, 2003
Onanismo
Pois é, Bruno. Não diria que tem sido um tédio total. Mas troquei a noite pelo dia nessas últimas semanas. Estranho, isso não é normal. Tenho acordado todo dia antes das nove da manhã, estágio até a uma e meia da tarde, depois almoço, tarefas vespertinas; à noite ver televisão - coisa que eu não fazia com freqüência há algum tempo -; depois da meia-noite ler alguma coisa e - sono (não que eu venha dormindo muito). Enfim, no geral, fico mais em casa, não fico nas ruas durante a madrugada.
Hoje resolvi relaxar durante a tarde. Foram duas de cinco contra um. Longas, difíceis. Aliás, a primeira foi mais fácil, demorou menos. Mas a segunda, achei que nunca iria acabar. Levei quase duas horas pra chegar no final (e eu nunca deixo de chegar no final, por mais que demore). A segunda foi mais complicada por causa do grau de dificuldade - um nível acima do que o de costume. Mas aprendi um lance com os padres, ficou mais interessante.
Estou ficando bom nisso. Joguei sozinho contra cinco civilizações e ganhei com certa facilidade. Mesmo no nível "difícil". Jogar com os egípcios é interessante porque os sacerdotes deles são muito fortes, devem ser uma das unidades mais poderosas do jogo. Age of Empires é divertido, mas toma muito tempo e deixa você ligadão durante algumas horas depois de desligar. Nessa brincadeira, hoje foi a tarde toda e o começo da noite.
Pois é, Bruno. Não diria que tem sido um tédio total. Mas troquei a noite pelo dia nessas últimas semanas. Estranho, isso não é normal. Tenho acordado todo dia antes das nove da manhã, estágio até a uma e meia da tarde, depois almoço, tarefas vespertinas; à noite ver televisão - coisa que eu não fazia com freqüência há algum tempo -; depois da meia-noite ler alguma coisa e - sono (não que eu venha dormindo muito). Enfim, no geral, fico mais em casa, não fico nas ruas durante a madrugada.
Hoje resolvi relaxar durante a tarde. Foram duas de cinco contra um. Longas, difíceis. Aliás, a primeira foi mais fácil, demorou menos. Mas a segunda, achei que nunca iria acabar. Levei quase duas horas pra chegar no final (e eu nunca deixo de chegar no final, por mais que demore). A segunda foi mais complicada por causa do grau de dificuldade - um nível acima do que o de costume. Mas aprendi um lance com os padres, ficou mais interessante.
Estou ficando bom nisso. Joguei sozinho contra cinco civilizações e ganhei com certa facilidade. Mesmo no nível "difícil". Jogar com os egípcios é interessante porque os sacerdotes deles são muito fortes, devem ser uma das unidades mais poderosas do jogo. Age of Empires é divertido, mas toma muito tempo e deixa você ligadão durante algumas horas depois de desligar. Nessa brincadeira, hoje foi a tarde toda e o começo da noite.
Stereo Total
O Fernando vai ao show dessa banda amanhã aqui em Londrina. Na verdade é um duo de Berlim. A gente recebeu lá na rádio um release sobre o show. Diz que a moça é francesa e o cara é alemão. E a formação do "apoio" já teve gente do mundo todo, tipo Rússia, Japão e Palestina. As letras são em francês, alemão, inglês, espanhol, arábe e acho que até em japonês. Diz que o som deles é "new wave", mas não sei o que isso pode significar. Acabei de puxar umas músicas do Kazaa (programinha ótimo pra esse propósito: prévia de shows; já fiz isso com os Garotos Podres). A primeira que ouvi é até divertida ("I Love You, Ono", Yoko?). Mas as outras duas soaram meio estranhas. Principalmente a "Joe le Taxi". Isso mesmo, aquela que a Angélica gravou como "Vou de Taxi". Seria um mau presságio. Será que eu vou? Estou ouvindo a quarta (em alemão). Melhorou um pouco a média. Só por não ser cantada em inglês já vale um pouco mais pelo inusitado. Mas, pela levada das músicas, acho que o público deve ser muito diferente do dos Garotos Podres. Ou não.
Às vezes acho que aqui em Ldna as mesmas pessoas fazer parte de diversas tribos. Só mudam de roupa. "O negócio é a atitude". E ninguém vai ficar se batendo na frente do palco (nenhuma crítica). Pop-Eletrônico-Punk-Comercial-Jingle. Só achei (o Stereo Total) meio parado. Escutando as músicas fico imaginando umas meninas vestidas de preto, sapato de boneca e pálpebras pintadas de escuro (tipo olheiras) balançando o corpo devagar pra direita e pra esquerda. Ao vivo pode ter mais pegada - esse negócio de estúdio esconde muita coisa. Enfim, o que mais dá pra fazer num primeiro de maio? Não deve ter muitas opções. Pode ser uma boa. experiência.
O Fernando vai ao show dessa banda amanhã aqui em Londrina. Na verdade é um duo de Berlim. A gente recebeu lá na rádio um release sobre o show. Diz que a moça é francesa e o cara é alemão. E a formação do "apoio" já teve gente do mundo todo, tipo Rússia, Japão e Palestina. As letras são em francês, alemão, inglês, espanhol, arábe e acho que até em japonês. Diz que o som deles é "new wave", mas não sei o que isso pode significar. Acabei de puxar umas músicas do Kazaa (programinha ótimo pra esse propósito: prévia de shows; já fiz isso com os Garotos Podres). A primeira que ouvi é até divertida ("I Love You, Ono", Yoko?). Mas as outras duas soaram meio estranhas. Principalmente a "Joe le Taxi". Isso mesmo, aquela que a Angélica gravou como "Vou de Taxi". Seria um mau presságio. Será que eu vou? Estou ouvindo a quarta (em alemão). Melhorou um pouco a média. Só por não ser cantada em inglês já vale um pouco mais pelo inusitado. Mas, pela levada das músicas, acho que o público deve ser muito diferente do dos Garotos Podres. Ou não.
Às vezes acho que aqui em Ldna as mesmas pessoas fazer parte de diversas tribos. Só mudam de roupa. "O negócio é a atitude". E ninguém vai ficar se batendo na frente do palco (nenhuma crítica). Pop-Eletrônico-Punk-Comercial-Jingle. Só achei (o Stereo Total) meio parado. Escutando as músicas fico imaginando umas meninas vestidas de preto, sapato de boneca e pálpebras pintadas de escuro (tipo olheiras) balançando o corpo devagar pra direita e pra esquerda. Ao vivo pode ter mais pegada - esse negócio de estúdio esconde muita coisa. Enfim, o que mais dá pra fazer num primeiro de maio? Não deve ter muitas opções. Pode ser uma boa. experiência.
abril 28, 2003
Poxa Paulinho, vejo que o senhor anda muito entediado por ai, e provavelmente o Renatão também. Mas podem ficar tranquilos logo estarei de volta. Duas coisas. Primeiro, todo muno ja sabe que eu gosto e sexo. Segundo, é verdade, o episódio dos Simpsons me influenciou sim, mas pode ter certeza que logo essas coisas de ácido vão acabar acontecendo de novo...
abril 27, 2003
Noite ilustrada
há dois anos, no Jornal da Tarde
O ex-secretário nacional antidorgas, Wálter Maierovitch, conta por que as drogas sintéticas estão ganhando os mercados do primeiro mundo. "vão sobrar drogas tradicionais na Argentina e no Brasil", conta. "O Ecstasy, por exemplo, é uma droga superada".
há dois anos, no Jornal da Tarde
O ex-secretário nacional antidorgas, Wálter Maierovitch, conta por que as drogas sintéticas estão ganhando os mercados do primeiro mundo. "vão sobrar drogas tradicionais na Argentina e no Brasil", conta. "O Ecstasy, por exemplo, é uma droga superada".
Short cut
Topei com a moça pela primeira vez domingo passado. Quase meia-noite, na porta do Armazém (o bar). Fui até lá encontrar o Renato, ele me telefonou do orelhão dizendo que a banda do irmão ia tocar por ali. Mas enrolei tanto em casa que quando cheguei no bar não tinha mais Renato, não tinha mais banda nem tinha mais irmão. Mas tinha a moça...mais
Topei com a moça pela primeira vez domingo passado. Quase meia-noite, na porta do Armazém (o bar). Fui até lá encontrar o Renato, ele me telefonou do orelhão dizendo que a banda do irmão ia tocar por ali. Mas enrolei tanto em casa que quando cheguei no bar não tinha mais Renato, não tinha mais banda nem tinha mais irmão. Mas tinha a moça...mais
